segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Afundou...joga a bóia!!



Bom, o filme se repetiu ontem em Curitiba, time inofensivo, sem coordenação defensiva, ofensiva e qualquer outra coordenação que possa ter um time, o Inter não teve...foi a morte de uma crônica anunciada.

Muitos culpados podemos apontar...

A direção por vender jogadores importantes e não alterar a comissão técnica quando teve a chance, por se achar mais 'inteligente' que todos, agora estão apavorados e com os rabinhos entre as pernas, bom agora é meio tarde pra isso, mas...antes tarde do que nunca.

O treinador também tem sua parcela nessa 'nháca' toda que virou o time do Internacional, se tornou time medíocre, sem objetividade, se ordem alguma dentro de campo (e pelo visto fora de campo também), não há jogadas ensaidas, não há ousadia, substituições equivocadas, escalações equivocadas, falta de comando dentro do vestiário, idéias equivocadas de futebol...bom de tudo um pouco.

Os jogadores, tem culpa? Aqui, nesse ponto tenho dúvidas, pois se o jogador é ruim é dele que não podemos esperar nada, podemos xingar e ofender a mãe dele, mas o futebol continuará ruim.
Falta de vontade não me parece ser, pois (posso estar equivocado) todos correm, tentam...mas falta ordem coletiva e isso não é culpa deles(eu acho)....então... quem traz o jogador?(direção) e quem escala? (treinador)....bom dos culpados os jogadores são os menos (nesse caso)...

Mas agora, apontar culpados (que todos nós já sabíamos/sabemos) não adianta muita coisa, já jogamos, praticamente, fora o título (a não ser que por um milagre daqueles) e estamos quase jogando a vaga na libertadores fora! Decepcionante.




quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mentalidade Vencedora


Ainda não perdi completamente as esperanças de que o Inter conquiste o título do Campeonato Brasileiro, muito mais pelo que vejo no Palmeiras e no São Paulo, do que pelas atuações do próprio colorado.


Porém, é preciso ser consciente das verdadeiras chances do Internacional nessa edição do Brasileirão, excelentes para conquista de uma vaga na Libertadores, remotas quanto ao título.

Mas o que mais dói é ver que esse campeonato estava ao alcance do colorado, que não teve grandeza de assumir a condição de grande favorito e, assim como já ocorrera em 2005 e 2006, fraquejou nos momentos mais importantes.


Ok. Muitos dirão que fraquejamos mesmo em 2007 e 2008, mas o ponto no qual me refiro é a personalidade de campeão, pois nos últimos dois anos a gestão do clube não foi sequer capaz de montar um grupo para disputar o título.


Já no biênio 2005 e 2006, o clube fracassou nos momentos-chave dos campeonatos, resultando em dois vice-campeonatos, que pelas circustâncias, nos levou a debitar em terceiros nossos erros, mascarando as dificuldades do próprio clube.


Em 2005, culpamos Zveiter e Márcio Resende de Freitas, mas também temos que ter auto-crítica e enxergar que perdemos pontos preciosos contra Juventude e Coritiba, este último já rebaixado na última rodada. O time do Corinthians fez um grande esforço para perder aquele título, mas o Inter fez mais.


No anos de 2006 estávamos anestesiados pela conquista da Libertadores da América e com as perspectivas criadas pelo Mundial, mas ainda assim, disputamos o título até bem perto do seu fim e não podemos esquecer das derrotas para São Paulo e Paraná Clube, jogos decisivos em que o Inter sucumbiu.

Nesse ano, colecionamos mais jogos decisivos sem sucesso. O Cruzeiro no Beira-Rio era para assumir a liderança, e o time, apático, perdeu.

Ser derrotado pelo Palmeiras, líder do Campeonato, no Palestra Itália, pode ser considerado um resultado normal para qualquer time, menos para aquele que almeja suplantar o alvi-verde de sua posição, caso do Inter esse ano. O que se viu naquele confronto? Uma equipe que aceitou ser pressionada, até sofrer dois gols e, somente depois disso, buscou agredir o adversário.


A qualidade técnica do grupo de jogadores não se discute. Pode-se discordar quanto ao rótulo de melhor plantel do Brasil, mas não de que se trata de um dos melhores. O problema, portanto, não está no quesito técnico, está na estrutura do clube, no discurso e na mentalidade dos dirigentes, que não estão passando para a o Departamento de Futebol um espírito vencedor.

A filosofia de Renê Simões


No último confronto entre Inter e Coritiba, pela Copa do Brasil, o então técnico do Coxa era René Simões.


Como o Inter não perdia há meses, o treinador sacou a seguinte filosofada motivadora: "Quanto mais se ganha, mais próximo se está de perder".


E até que deu certo, o Inter perdeu lá no Couto Pereira e começou a penar para ganhar de qualquer Oita Trinita da vida.....


Nesse fim de semana tem Inter x Coritiba em Curitiba, mas dessa vez o Inter não vence há quase um mês (5 jogos) e me valho da lógica Reneziana para acreditar no nosso colorado.


"Quando mais se perde, mais próximo se está de vencer"