
quinta-feira, 11 de março de 2010
O lugar de Edu

quarta-feira, 10 de março de 2010
Começo Difícil no Campeonato Brasileiro

Essa semana foi divulgada a tabela do Campeonato Brasileiro de 2010.
Depois de três vice-campeonatos em 5 anos, e o segundo maior jejum desse título entre todos os clubes que já o conquistaram (apenas o Atlético-MG espera mais tempo que o Inter), a torcida colorada sonha ardentemente com a taça.
Pois assim como em 2009, o início do Brasileirão não será fácil para o Inter. Começa em casa com o Cruzeiro, jogo sempre perigoso, depois encara o Goiás no Serra Dourada, também sempre complicado.
Na terceira rodada, Inter x São Paulo, no Beira Rio, outra pedreira e na quarta rodada, Vasco no Rio, que pode parecer fácil, mas não é.
Apenas na 5ª Rodada, o Inter recebe o Atlético-PR, em um jogo teoricamente mais tranquilo.
Teoricamente fácil o jogo contra o clube de Curitiba, assim como teoricamente difícil o começo até aqui apresentado.
Em 2009, uma série árdua na abertura do Campeonato contra Corinthians no Pacaembu, Palmeiras no Beira-Rio e Cruzeiro no Mineirão resultou em 7 pontos. Já no returno, nessas mesmas partidas com mando invertido, quando pareceria mais fácil, por contar com dois confrontos dentro dos seus domínios, o Inter somou três derrotas.
O andamento da Libertadores e da Copa do Brasil também será determinante para uma previsão mais apurada do que está por vir. Por enquanto, só teoria mesmo.
terça-feira, 9 de março de 2010
O Risco Midea

Depois do simples patrocínio que se colocava entre o peito e a barriga dos jogadores e que, quando sem exageros, até continham certos elementos positivos para a camisa, pois de acordo com o estilo do logotipo estampado e pela empresa dona daquela marca, indicavam as diferentes épocas nas centenárias histórias dos clubes.
Nesse sentido, o Inter nunca teve problemas com o seu "patrocinador Master", pois todas as marcas (Philco-Hitashi, Aplub, Coca-Cola, Genaral Motors e Banrisul ) sempre respeitaram as cores do clube e o bom senso geral.
Outros clubes do Brasil não tiveram tanta sorte. Destoava do azul céu do Cruzeiro, um vermelho gritante da Coca-Cola, no Corinthians, um Suvinil multi-colorido dava fim ao eterno branco de seu uniforme. Já no São Paulo, uma enorme bola vermelha da LG confundia-se entre as listras tricolores.
As costas das camisas não podiam ostentar apenas o nome e o números dos jogadores e as marcas alheias adonaram-se desse espaço também. Ainda assim, apesar do exagero, podia-se conviver com aquilo.
Porém, o novo milênio trouxe consigo uma marca de talheres nas mangas da dupla Gre-Nal e, mais tarde, um plano de saúde no traseiro de quem vestisse os calções dos clubes. A água já estava fervendo e nós, os sapos, não percebíamos.
Pois em 2010, coube ao Grêmio "inovar" e colocar a marca Midea (da qual não faço "M" idéia do que seja) entre o ombro e o peito de jogadores e torcedores que vestirem a camisa.
E, como nessa convivência, o que um faz o outro não tarda a imitar, em breve veremos o uniforme do Inter com alguma logomarca inserida onde houver espaço.
É, sem dúvida, um risco iminente.