terça-feira, 4 de maio de 2010

Eles não entendem ou não querem entender?


Interessante a entrevista do preparador físico do Inter a ZH de hoje(link abaixo).

Links para entrevista: aqui !!

Há trechos interessantes da entrevista em que Valenzuela (Venezuela?) cita que os jogadores não entendem ou não fazem questão de entender o que ele e o Fossati pedem para fazer.

Se há essa falta de obediência e concentração por parte dos jogadores, então muita coisa que anda acontecendo em campo se explica.

A falta de organização, de jogadas, posicionamento e etc.

A língua não pode ser a desculpa para isso, se os caras conseguiram trabalhar até no Catar, por que que aqui os brasileiros não iriam entender o espanhol ?

Pra mim isso mostra a falta de pulso da comissão técnica e direção em cobrar os jogadores, exigir comprometimento nos treinos e etc etc etc.

A hierarquia no Inter parece que está quebrada, os jogadores fazem o que querem e nada parece acontecer com eles.

Assim fica muito difícil, algo de bom acontecer mesmo.


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Vitória para dar confiança.... ou para enganar ?


Legal....

O Inter "carimbou" a faixa do Grêmio, ganhou lá dentro do Olímpico e deu um pouco de confiança para esse grupo se superar e atingir o objetivo principal da semana, vencer o Banfield por dois a zero.

Porém, quem viu o jogo e não apenas torceu, reparou que o Inter "achou" um gol no início da partida, o que foi suficiente para encher de medo o time deles, mas além disso, pouca coisa fez.

No primeiro tempo, dominou o meio de campo, mas concluiu menos que o adversário e poderia ter sofrido o gol de empate em várias oportunidades, principalmente em cruzamentos de bola parada.

No segundo tempo, sequer controle do jogo o Inter conseguiu ter.

Como em outros jogos, parece que falta pernas para o Inter amassar, agredir, atacar incessantemente qualquer que seja o adversário.

Por outro lado, Gre-nal é sempre um jogo pegado e difícil de se ver um time muito superior ao outro. Nesse sentido, vencer o Grêmio no Olímpico é mais importante do que a atuação em si.

O que preocupa, portanto, é a sequência, é a repetição dos mesmos erros, dos mesmos indícios de que existe algo de errado na preparação do time neste 2010.

Mas que esse triunfo no Gre-nal sirva para encher de brios o clube, para que os jogadores consigam reverter a vantagem do Banfield e, passada essa fase da Libertadores, torcer para que alguma mágica aconteça e o time se acerte definitivamente.

Ganso e o brasileirismo


Paulo Henrique Ganso quebrou a hierarquia no Santos e mandou no seu chefe.


O técnico do Santos não conseguiu substituir o jovem jogador, pois o mesmo se negou a acatar a ordem do seu superior.


O mais estranho de tudo isso é que a Opinião Pública, em geral, exalta a posição do jogador, deixando clara a dificuldade de boa parte da população brasileira em entender o sentido coletivo das coisas, o futebol em especial.


Longe de querer ser moralista ou disciplinador em excesso, mas quando um jogador toma uma atitude como essa e passa incólume, é a senha para que outros se sintam no direito de proceder da mesma maneira.


Pode até funcionar por um tempo, mas no longo prazo, tende a virar bagunça, anarquia, esbórnia.


E o Santos, tão decantado Brasil a fora, suou para vencer do Santo André no primeiro jogo, perdeu (ainda que tenha feito dois gols fora de casa) para o Atlético-MG e perdeu novamente, dessa vez no jogo de volta contra o Santo André.

Qual seria sua posição em um campeonato de pontos corridos, como o Brasileiro ?