quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Negócios Colorados

Hoje saiu a notícia de o volante Derley e o lateral-direito, Daniel, ambos no Náutico Capibaribe e ainda Elizeu, atualmente no Mirassol, deverão voltar ao Internacional para a disputa do Campeonato Brasileiro.
Derley foi razoavelmente bem no Náutico. O time era ruim, mas ele teve certo destaque na equipe. Conseguirá contribuir nesse grupo do Internacional ?
Eliezeu nunca vi. Não conheço. Nunca vi o Mirassol jogar, não sei sequer se o time foi bem ou mal no Campeonato Paulista.
Lembrando que Sandro não estará mais aqui no segundo semestre, o grupo de volantes colorados será formado, a princípio, por Guiñazú e Mathias, mais Glaydson, Josimar, Derley, Elizeu e, se for confirmado, Dadá, do São José. Será suficiente ? Três jogadores experientes, três da base e um oriundo do interior. Será ?
Quanto a Daniel, lateral-Direito, não sei como se saiu em sua aventura nordestina. Por certo que, no mínimo, com mais experiência. Mas não acredito que consiga espaço no grupo e provavelmente deverá ser re-emprestado.
Enfim, é o grupo do Inter se modificando bastante para o segundo semestre.
Editado: Quanto a Everton, atacante do Caxias, lembro que nos seus tempos de Olímpico, o jogador chegou a arrancar alguns suspiros de esperança, mas não sei bem porque, acabou não se firmando.
Pode ser a versão moderna de Wellington Monteiro, que já era um jogador rodado quando veio defender o Caxias em 2006 e, após um bom Gauchão com o time grená, foi contratado pelo Inter para compor grupo e, surpreendentemente, assumiu a titularidade.
Porém, espero que Everton entre na vaga de Kléber Pereira e não de Leandro Damião, pois o garoto merece mais chances.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O fim de uma era

A eleição do Clube do 13 que ocorre esta tarde promete encerrar uma era de "ordem e progresso" no futebol brasileiro.
Independente do resultado, a união dos clubes mais importantes do país está enfraquecida e, com isso, a idéia de uma liga independente (caminho natural que se desenhava) fica prejudicada.
É até possível que, com o aval da CBF, que parece não ter interesse em arcar com o ônus de organizar o Campeonato Brasileiro (apenas aproveitar-se dos bônus), crie-se algum tipo de liga entre os clubes, mas não independente, sempre submissa aos interesses da Confederação Brasileira.
Por parte do Internacional, que cresceu a partir da implantação da fórmula de pontos corridos, que garantia 19 jogos em casa pelo Campeonato Brasileiro, independentemente da qualidade do time, possibilitando o crescimento do quadro social, aumento das receitas e valorização da sua marca, os acontecimentos desta tarde, sejam quais forem, deverão ser prejudiciais.
A tendência é pelo fim do critério técnico na competição nacional, trazendo à tona clubes moribundos como Bahia e Portuguesa ou pela redução da fatia de Grêmio e Inter nos contratos de televisão.
Porém, mesmo que tudo fique muito pior para o Inter, mesmo que toda essa politicagem nojenta seja absurda, a única certeza é que nós, torcedores, independente da maneira como serão disputados os próximos torneios nacionais, estaremos lá, torcendo pelo nosso time, esperando que ele vença, contra tudo e contra todos, mesmo sabendo, pelos acontecimentos mais recentes (2005, não esqueçamos nunca!), de que as chances são sempre mínimas, que não se trata de uma luta entre onze homens dentro de um campo, nem mesmo entre a qualidade das administrações dos clubes.
É uma luta injusta, mas que a paixão impede que se ignore.
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