sexta-feira, 30 de abril de 2010

Técnicos e Dúvidas


Após uma semana negra para o Inter, quando o time perdeu dois jogos importantes, sofreu cinco gols e fez apenas um, tudo indica que os primeiros dias de maio podem marcar o fim da Era Fossati no Beira-Rio.



Inclusive é o que especula o portal Globoesporte.com.



Mas quem poderia ser trazido para o Inter nesse momento ? Qual treinador disponível no mercado faria esse time jogar ?



Será que o problema não transcende a casamata ?



Parece que somente mudanças mais radicais poderiam surtir algum efeito mais concreto.


Torcer e Secar


Torcer e secar. É assim que se resume a vida futebolística de colorados e gremistas no Rio Grande do Sul.

Por isso que, pelo que se desenha nos últimos dias, vai ser um 2010 longo e arrastado para nós colorados.....

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira


Não nos enganemos.


O Inter foi garfado pelo árbitro, mas esse foi apenas mais um dos muitos ingredientes para o fracasso de ontem.


Podemos citar aqui a falta de velocidade do time para contra-atacar, a falta de agressividade no ataque, a defesa que deixa a bola cruzar sua áera 10.525 vezes em um jogo, a irregularidade durante os jogos, etc.


Perder de 3x0 para o São José pode ser um acidente, um fato isolado mas, em apenas 5 meses de ano, já apresentar um cartel com os seguintes resultados:


2x2 com o Pelotas no Beira-Rio;

0x3 com o São José no Passo D´Areia;

0x2 com o Caxias no Centenário;

0x0 com o Emelec em Guayaquil;

3x2 com o Pelotas no Beira-Rio;

0x2 com o Grêmio no Beira-Rio;

1x3 com o Banfield na Argentina;



São muitas derrotas ou partidas insuficientes em pouco tempo.

O Inter pode até vencer de 3x0 ou 5x0 esse fraco time do Banfield, mas depois pega, provavelmente o Estudiantes.

Com o nível de dificuldade aumentando e o Inter não apresentando um processo de evolução consistente, dificilmente seguirá vivo na Libertadores até as semi-finais.

Fazer gols e não tomar gols

Nos próximos 2 jogos precisamos fazer 5 gols e não tomar nenhum, agora, alguém me explica que como faremos isso com esse time ? Pois eu não sei explicar.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Jogo nervoso


Pela enésima vez na temporada, discute-se o esquema do Internacional. Mal sinal, pois já se está quase na metade do ano, e o time ainda não conseguiu superar essa questão.



O 4-4-2, se transformaria em 3-6-1, com a saída de Alecsandro, o cone, para a entrada de Fabiano Eller.



Mas, considerando que dificilmente se verá os laterais como alas, o esquema na verdade, será um 5-4-1.



Se bem que, Kléber, se não é ala, também não é lateral, mas sim um meia. Então, tem-se um 4-5-1....



Trata-se de uma tremenda confusão. Isso sim.



O certo é que no jogo de hoje, o torcedor pode se preparar para ver um time no campo defensivo, recebendo pressão dos argentinos e disposto para o contra-ataque.



Como velocidade parece não ser um dos melhores atributos do Inter, o nervosismo vai pegar essa noite.

terça-feira, 27 de abril de 2010

O país do futebol ?


Na pesquisa da Datafolha que saiu hoje, 25% da população brasileira não torce para nenhum clube.


Está aí a prova de que o Brasil não é o país do futebol.


Inglaterra, Alemanha e Argentina, com certeza, possuem índices melhores do que esses.


Um saci incomoda muita gente, a falta dele incomoda muito mais


Ganhou as colunas dos jornais a polêmica envolvendo o, digamos assim, arquivamento do mascote colorado, o Saci Pererê.

Precisou que a torcida se mobilizasse para o Internacional informar os motivos do escanteamento do sapeca personagem.

Trata-se, segundo o marketing colorado, de uma questão de princípios politicamente corretos, pois o Saci ostenta um cachimbo em sua boca e tem apenas uma perna.

O cachimbo faria alusão ao crack e outras drogas e o fato de ter apenas uma perna seria um desrespeito com os deficientes físicos ! (Diga isso ao Monteiro Lobato e ele estará, com certeza, se remexendo em sua tumba !!!!!).

O fato é que, realmente, o Saci (mais pelo cachimbo do que pela falta da perna) não é um personagem muito vendável mundo afora, e é evidente que o Internacional está fazendo um esforço hercúleo para reforçar sua marca no exterior (algo louvável visando o futuro sustentável do clube).

Caso semelhante ocorreu com a iniciativa de um grupo de admiradores do Saci Pererê de elegê-lo mascote das Olimpíadas do Rio de Janeiro. A idéia acabou rechaçada pelas autoridades e pela Opinião Pública, alegando os mesmos motivos que o Internacional agora utiliza.

Dessa maneira, é preciso dar certa razão ao marketing do Internacional. A sua intenção parece ser boa, mas como diz o ditado, “de boas intenções o inferno está cheio”.

O fato é que a maneira como tudo foi feito, às escondidas, sorrateiramente, não soou bem a ninguém.

Melhor, muito melhor seria se, ok, colocassem lá o macaco escurinho (convenhamos, um macaco chamado escurinho, também não é um exemplo de politicamente correto) para fazer companhia ao Saci Pererê, criando uma série de bichinhos e personagens ligados ao Internacional num grande Sítio do Pica-Pau Colorado.

Mas sempre com o Saci como tema central. E mais, fizessem uma grande campanha de marketing para tirar o cachimbo do saci, mostrando que o Internacional está presente na luta contra as drogas, se alinhando à RBS na sua campanha contra o Crack e fazendo junto a isso uma grande homenagem aos deficientes físicos, mostrando que um dos principais símbolos do Sport Club Internacional não tem uma perna, mas que isso não o impede de ter tamanha importância ao clube.

Utilizando-se de transparência perante a Opinião Pública e, principalmente, ao seu sócio, o Internacional transformaria um fato negativo (o cachimbo do Saci) em algo positivo (uma campanha contra as drogas e de inclusão aos deficientes).

E para exposição da marca do clube no exterior, se utilizaria o famoso mascote junto a todos os personagens a serem criados, inclusive o Escurinho, o que faria com que o impacto de um símbolo tão brasileiro como o Saci, não fosse tão contrastante aos olhos estrangeiros.

O mais irônico de tudo isso é que o próprio Saci Pererê, enquanto mascote do Internacional é uma evolução de um negrinho que era desenhado nos jornais de antigamente.

Será que lá em mil, novecentos e pedrada, a torcida se moblizou tanto contra o Saci e a favor do negrinho ?

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Temos ou não temos time, eis a questão ?


Deu a lógica no gauchão, o time de melhor campanha fez por merecer a vitória nesse primeiro jogo da final, não há o que discutir e provavelmente irá levantar a taça.

Somos tão ruins assim, como a maioria acha ? Ninguém presta nesse time do Inter ?

Será ? Pra mim esse time é uma incógnita, pois com esses mesmos 'pernas de pau' fomos vice do Brasileiro e da Copa do Brasil 2009, alguns devem achar isso ruim e tudo mais, claro que não é o ideal, mas está longe de ser uma coisa horrível.

Apesar dos pesares, ainda acredito que podemos melhorar e ter algum sucesso esse ano. Como dizem que a esperança é a última que morre, porém é a primeira ficar doente.

Bola pra fente, que atrás vem gente...

P.S: vamos combinar que com um Cone em campo, fica mais difícil a coisa...


sexta-feira, 23 de abril de 2010

A vez de Andrezinho


Parece que finalmente Andrezinho conquistou a condição de titular do Internacional.

No jogo de ontem, Andrezinho fez um belo gol e, mais do que isso, deu dinâmica, velocidade, coesão ao meio de campo colorado.

Desde que chegou ao Beira-Rio, no início de 2008, o jogador vem se credenciando a um lugar entre os onze, mas o pouco cartaz, a pouca fama, ou a sua própria irregularidade não permitiam que atingisse o patamar que somente agora parece estar conseguindo.

No Campeonato Brasileiro de 2008, Andrezinho não conseguiu superar o carteiraço de Magrão.

Já em 2009, a grife de D´Alessandro impossibilitou que se efetivasse aquilo que todos viam em campo.

Porém esse ano, a disputa por titularidade se dá entre Andrezinho e Giuliano e o menino do Paraná, além de não atravessar boa fase, é cordato, não costuma reclamar.

Além disso, Giuliano ainda não conta com o status que os concorrentes anteriores tinham, abrindo caminho para Andrezinho.

Ontem o Internacional jogou o seu melhor jogo no ano, com Sandro, Guiñazu, Andrezinho e D´Alessandro no meio de campo. O time estaria crescendo na hora certa ?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Bons resultados


E a crise do Flamengo deu uma boa ajudinha ao Inter no jogo de ontem. A vitória apertada do rubro-negro deu chances de classificação colorada até mesmo com empates.

Porém, há o risco Cerro. Será que o aguerrido time uruguaio consegue fazer três gols no Emelec ? Se fizer, ao Inter resta apenas vencer seu jogo.

Mas, cá entre nós, mesmo que já estivesse classificado, seria questão protocolar uma vitória sobre o Deportivo Quito, dentro do Beira-Rio.

Quanto às projeções, é importante ver também os confrontos futuros. Nesse caso, se o Inter escapar do Corinthians agora e pegar o Alianza Lima, provavelmente terá que enfrentar os paulistas na fase seguinte.

Caso o Inter pegue o Banfield, que é argentino e, só por isso, já se trata de um complicador natural, na sequência poderá pegar Velez, depois Cruzeiro, Nacional-URU ou São Paulo.

Ou seja, um resultado de 2x0 ou de 4x0 pode ser bom para facilitar a vida do Inter na próxima fase, mas a moleza durará pouco tempo, pois na sequência da competição, os confrontos mais difíceis serão inevitáveis.

terça-feira, 20 de abril de 2010

O caso de Luiz Alberto


O zagueiro Luiz Alberto, ex-Inter, Flamengo, Fluminense e Atlético-MG, teve seu contrato rescindido com o Boca Juniors.

Defensor forte e de boa técnica e cria do Flamengo, Luiz Alberto não conseguiu se firmar em nenhum dos tantos clubes que defendeu em sua carreira.

No Inter lutou contra o rebaixamento, assim como no Atlético-MG e no Fluminense e nessa sua aventura recente pela Argentina, vivenciou a pior crise da história do clube xeneíze.

Luiz Alberto teve uma saída conturbada e ainda mal explicada do Beira-Rio, que acabou virando uma daquelas histórias folclóricas do futebol.

Mas o que realmente interessa é o exemplo que o caso Luiz Alberto traz a tona, cujo princípio básico está na importância que uma cabeça boa tem para um grupo de jogadores, sendo muitas vezes, até mais importante que os requisitos físicos e técnicos.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Fim da Linha


O zagueiro (ex ?) Índio chegou ao fim da linha em sua carreira com a camisa do Internacional.

O que se dizia a boca pequena agora virou notícia de jornal e não na seção de esportes.

Muitos outros "atletas" tiveram seu contrato rompido com o Internacional por episódios semelhantes.

Lembram dos centroaventes Didi e André Nelles ? E do meia Danilo ?

índio marcou uma época de glórias no Estádio Beira-Rio, mas a idade avançada aliada a falta de cuidado com o corpo, impossibilitam vida longa a um jogador de futebol profissional.

Dêem uma camisa especial para ele, façam uma plaquinha de agradecimento, homenageiem o bom zagueiro que Índio já foi, mas tirem ele do time, do grupo.

Por falar em grupo, será que tinha mais algum colega com ele ? Pelo que andam jogando, deveria ter bastante gente junto.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Beira-Rio para os colorados


Após a Copa do Mundo da África do Sul, todos os olhos estarão voltados para o Brasil e essa terra virará um canteiro de obras sem fim.

O Inter, que tem o Beira-Rio escolhido como o estádio da Copa em Porto Alegre, pede isenção de impostos para os materiais de construção da obra. São Paulo Futebol Clube e Clube Atlético Paranaense, os outros clubes com Estádios envolvidos no evento, também fazem o mesmo pedido.

Porém, a dificuldade de se obter esse benefício acaba por atrasar o início das melhorias na casa colorada e com isso, cresce a preocupação de que a nova arena que será construída pelo co-irmão porto-alegrense possa "roubar" os jogos da Copa.

Mas isso não é o mais importante.

É claro que um evento do tamanho de uma Copa do Mundo serve como grande justificativa para a busca por benefícios que facilitem as melhorias tão desejadas e necessárias para o Beira-Rio.

Também é claro que é muito importante para a imagem de um clube ter partidas de Copa do Mundo em seu Estádio.

No entanto, as obras devem ter como foco principal o sócio colorado.

O torcedor do Inter é o cliente do clube e é para ele que devem ser construídas melhorias no estádios, aumentando seu conforto e, por consequência, sua assiduidade.

O Beira-Rio é dos colorados e é para os colorados.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Negócios Colorados


Hoje saiu a notícia de o volante Derley e o lateral-direito, Daniel, ambos no Náutico Capibaribe e ainda Elizeu, atualmente no Mirassol, deverão voltar ao Internacional para a disputa do Campeonato Brasileiro.



Derley foi razoavelmente bem no Náutico. O time era ruim, mas ele teve certo destaque na equipe. Conseguirá contribuir nesse grupo do Internacional ?



Eliezeu nunca vi. Não conheço. Nunca vi o Mirassol jogar, não sei sequer se o time foi bem ou mal no Campeonato Paulista.



Lembrando que Sandro não estará mais aqui no segundo semestre, o grupo de volantes colorados será formado, a princípio, por Guiñazú e Mathias, mais Glaydson, Josimar, Derley, Elizeu e, se for confirmado, Dadá, do São José. Será suficiente ? Três jogadores experientes, três da base e um oriundo do interior. Será ?



Quanto a Daniel, lateral-Direito, não sei como se saiu em sua aventura nordestina. Por certo que, no mínimo, com mais experiência. Mas não acredito que consiga espaço no grupo e provavelmente deverá ser re-emprestado.



Enfim, é o grupo do Inter se modificando bastante para o segundo semestre.



Editado: Quanto a Everton, atacante do Caxias, lembro que nos seus tempos de Olímpico, o jogador chegou a arrancar alguns suspiros de esperança, mas não sei bem porque, acabou não se firmando.

Pode ser a versão moderna de Wellington Monteiro, que já era um jogador rodado quando veio defender o Caxias em 2006 e, após um bom Gauchão com o time grená, foi contratado pelo Inter para compor grupo e, surpreendentemente, assumiu a titularidade.

Porém, espero que Everton entre na vaga de Kléber Pereira e não de Leandro Damião, pois o garoto merece mais chances.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O fim de uma era


A eleição do Clube do 13 que ocorre esta tarde promete encerrar uma era de "ordem e progresso" no futebol brasileiro.


Independente do resultado, a união dos clubes mais importantes do país está enfraquecida e, com isso, a idéia de uma liga independente (caminho natural que se desenhava) fica prejudicada.


É até possível que, com o aval da CBF, que parece não ter interesse em arcar com o ônus de organizar o Campeonato Brasileiro (apenas aproveitar-se dos bônus), crie-se algum tipo de liga entre os clubes, mas não independente, sempre submissa aos interesses da Confederação Brasileira.


Por parte do Internacional, que cresceu a partir da implantação da fórmula de pontos corridos, que garantia 19 jogos em casa pelo Campeonato Brasileiro, independentemente da qualidade do time, possibilitando o crescimento do quadro social, aumento das receitas e valorização da sua marca, os acontecimentos desta tarde, sejam quais forem, deverão ser prejudiciais.


A tendência é pelo fim do critério técnico na competição nacional, trazendo à tona clubes moribundos como Bahia e Portuguesa ou pela redução da fatia de Grêmio e Inter nos contratos de televisão.


Porém, mesmo que tudo fique muito pior para o Inter, mesmo que toda essa politicagem nojenta seja absurda, a única certeza é que nós, torcedores, independente da maneira como serão disputados os próximos torneios nacionais, estaremos lá, torcendo pelo nosso time, esperando que ele vença, contra tudo e contra todos, mesmo sabendo, pelos acontecimentos mais recentes (2005, não esqueçamos nunca!), de que as chances são sempre mínimas, que não se trata de uma luta entre onze homens dentro de um campo, nem mesmo entre a qualidade das administrações dos clubes.

É uma luta injusta, mas que a paixão impede que se ignore.

Crescimento


Seria ótimo se o Inter pudesse começar o ano arrasando, como em 2009, mas, principalmente, conseguisse manter esse ritmo nos momentos mais decisivos, algo que não aconteceu na temporada passada.

Na semi-final contra o Coritiba e na final contra o Corinthians, o time de Tite já se arrastava em campo. É claro que a equipe estava desfalcada de Kléber e Nilmar, duas peças importantes para o grupo.

Porém, mesmo com a presença dos dois jogadores, o Inter já não apresentava o mesmo rendimento de março/abril.

Em 2010, no entanto, ocorre que o time colorado não empolga. Não goleia no Estadual, nem na Libertadores, não deslumbra os olhos da crítica e da torcida.

Será que o crescimento virá na hora certa ? O time está melhorando a olhos vistos, mas ainda assim, parece pouco para as pretensões da temporada.

Todavia, se a evolução se mantiver, a conquista do título estadual com superioridade sobre o histórico rival poderá ser a mola propulsora que falta.

É esperar para ver.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A Falta...de pontaria...de qualidade...

Outro zagueiro


O portal Globoesporte.com especula que o zagueiro Dalton, atualmente em litígio com o Fluminense poderá ser contratado pelo Internacional.



Se for verdade, o Colorado dá fortes indícios de que está executando uma reformulação no seu grupo de zagueiros, renovando o elenco, trazendo jovens e promissores jogadores. Um acerto.



Além de Juan, de 19 anos, fruto das categorias de base, o Inter já contratou Ronaldo Alves, de 21 anos, do Atlético-PR e Ronaldo Conceição, de 23 anos, do River Plate do Uruguai.



Quanto a Dalton, trata-se de um bom zagueiro, um dos responsáveis pela arrancada do Tricolor Carioca na reta final do Campeonato Brasileiro de 2009.



Vamos acompanhar o desfecho dessa história.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Novo Zagueiro


O Internacional está quase contratando um zagueiro brasileiro jovem, de destaque no River Plate do Uruguai. O seu nome é Ronaldo.


Não me recordo do jogador, mas lembro da boa campanha do time uruguaio na Sul-Americana do ano passado. Boas referências, portanto.


Espero apenas que seja um jogador veloz, ágil, pois são as características em falta entre os zagueiros colorados.

Fernando Carvalho: Mocinho ou Bandido ?


Sempre que ocorrem crises no Internacional, três personagens são os eleitos pela torcida como os responsáveis diretos por tudo de ruim que acontece dentro do campo. Vitório Píffero, Fernando Carvalho e o treinador do momento.



O atual presidente Vitório Píffero, por ocupar o principal cargo diretivo do clube e por sua natural antipatia com o grande público em geral.



O Técnico, seja ele quem for, por ser o "chefe" dos jogadores e por ser sempre "burro".



E Fernando Carvalho, por ser Vice de Futebol, ou seja, o "chefe do chefe" e, principalmente, por ter sido campeão da Libertadores e do Mundo como Presidente.



Ao contrário de um salvo-conduto, os principais títulos da história do Internacional geraram uma exigência eterna por excelência para o ex-presidente e atual vice de futebol, sem permissão para errar.



Se entre 2002 e 2006, as contratações erradas, as vendas de promissores atletas de base, os afastamentos por indisciplina, enfim, todas as ações diretamente ligadas ao futebol de um clube, eram questionadas (sim, sempre foram criticadas !), mas também relativizadas sob um contexto de crescimento orgânico do Inter.



A partir do ano mágico colorado, não há mais espaço para relativizar. As compras e vendas de jogadores têm cunho apenas financeiro e deliberadamente corrupto e as punições são muito severas ou muito brandas.



Será assim mesmo ?



Pois, com a volta de Fernando Carvalho ao dia-a-dia do Internacional, a partir de meados de 2008, o clube conquistou o campeonato estadual (que não vale nada quando se ganha, apenas quando se perde), a Copa Sul-Americana, um vice-campeonato da Copa do Brasil, posição somente igualada ou superada em 1992 e mais um vice-campeonato Brasileiro, perdendo para uma equipe do Flamengo que, ao contrário do que se propaga por aí, era mais cara e mais qualificada que a do Internacional. Tudo isso, mantendo-se como segundo clube mais sudável financeiramente do Brasil.



É ruim ? Não é. Poderia ser melhor ? Sim, poderia. O Inter poderia ter vencido a Copa do Brasil ou o Brasileiro de 2009, mas o título escapou por pouco e, mais importante do que vencer esporadicamente um campeonato brasileiro é que o clube consiga manter-se disputando os títulos importantes, ano após ano.



Entre 2002 e 2006, com Fernando Carvalho de presidente, o Internacional contratou bons e maus técnicos, jogadores conhecidos que deram certo e outros tantos que não funcionaram. Também contratou jogadores desconhecidos que foram bastante importantes para o clube e muitos anônimos que sairam sem serem notados.



Houve erros e acertos, mas a certeza de que o Internacional crescia um pouco mais a cada nova temporada. Com a saída de Fernando Carvalho no início de 2007, os resultados do clube foram, em geral, muito fracos. No primeiro ano encerrou o Gauchão sem sequer alcançar as finais, caiu na primeira fase da Libertadores e não conseguiu nova classificação para o torneio continental.



No segundo ano, antes da volta de Fernando Carvalho, um título gaúcho triturando o Juventude, mas desclassificação na Copa do Brasil e má campanha no Campeonato Brasileiro.



Portanto, com a volta do ex-presidente à rotina do Beira-Rio, o clube voltou a apresentar crescimento e constância de resultados, a despeito de erros e acertos pontuais. E se Fernando Carvalho é culpado de algo, talvez seja da incapacidade, até agora, de apontar um sucessor à altura.


segunda-feira, 5 de abril de 2010

Na hora certa ? ou não...

Mais um jogo do Inter e mais uma partida vencida sem convencer, apesar de que há uma pequena melhora no time (pequena, quase microscópica melhora).

O ataque continua a mesma coisa, porém essa dupla Walter - Aleconecsandro, me parece a menos pior no momento.

Taison, ta nervosinho,querendo jogar e etc, acho que ele não entendeu que depois da bolinha pequena que vem apresentando desde a metade do ano passado, ele vai ter que começar tudo de novo e buscar seu espaço, mas será que ele se deu conta disso ? (acho que não)

O time pode começar a engrenar na hora certa, porém a amostra que estamos tendo não nos deixa nada esperançosos para o futuro do Inter em ambas as competições.

O que aflige esse grupo do Inter ?

Da série "Separados no nascimento".


Depois dos gêmeos Diego e Diogo, agora outra dupla de gêmeos faz sucesso no Internacional.

Trata-se dos "gemeos separados no nascimento" Índio e Pato Abbondanzieri.

Da série "Separados no nascimento".


Edu e Salsicha.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Sugestão de Contratação


Será que alguém lá de dentro do Internacional lê esse blog ?

Se lê, vai aí uma sugestão de contratação para o ataque do Inter para o segundo semestre de 2010.

Trata-se de Paulo Henrique, jovem atacante que surgiu muito bem no Atlético-MG e rapidamente foi negociado com o clube holandês Heerenveen.

Paulo Henrique tem apenas 21 anos, mas já atua há três temporadas no futebol europeu, o que siginifica alguma bagagem, experiência....

Segundo seu site oficial http://www.paulohenrique12.com/, o jogador deseja retornar ao Brasil e não renovará o contrato com o Heerenveen, que se encerra na metade desse ano (tornando mais barata uma possível negociação para o Inter).

Ainda segundo dados do próprio site do atleta, Paulo Henrique marcou 32 gols em 91 partidas entre Campeonato Holandês, Copa da Holanda, Liga Europa e amistosos.

Excelente média de um gol a cada três jogos.

Um fator negativo de uma negociação com esse jogador seria a presença da Traffic, que agencia o jogador e que, recentemente vendeu sem cerimônia o zagueiro Danilo Silva.

Vale, ao menos, conferir....

Fractais da vitória


O jogo foi tenso, o adversário é muito bem organizado, sabendo se defender e contra-atacar.



O Inter, nervoso, errava passes e acelerava jogadas erradas. Afobação pura.



Alguns gol perdidos como sempre e a única maneira de vencer a partida seria em jogadas isoladas, fortuítas.



E foi o que aconteceu. Um chuzamento (mistura de chute com cruzamento) do Walter, bola desviada na zaga e gol.



A partir daí, as coisas melhoraram um pouco. Os jogadores tiraram três toneladas de suas costas e ganharam confiança.



O segundo gol foi consequência do primeiro e característico de um centroavante.



Por fim, a vitória serviu para dar tranquilidade ao trabalho do clube e encaminha a classificação para a próxima fase.



Se o Deportivo Quito vencer o Emelec, o Inter jogará em Guayaquil contra um time já eliminado, enquanto que o Cerro terá que se redobrar para segurar os equatorianos do Deportivo.